Para onde vamos é um problema de todos nós
O SINFARMA, desde sua criação há pouco mais de 2 anos, vem trabalhando sem descanso para fixar-se como entidade patronal séria, representativa e atuante na defesa dos interesses das farmácias de manipulação do Estado de São Paulo.
Além de Acordos Coletivos especificamente produzidos para atendimento de nossas características próprias e independentes (todos nós sabemos que, em praticamente tudo, farmácia de manipulação é atividade diferenciada em relação a drogarias e farmácias convencionais), desenvolvemos Assessorias
Jurídicas, Técnica e Administrativa, bem como várias parcerias disponibilizadoras de serviços. E outras importantes iniciativas estão sendo implementadas, como a do Sistema
da Qualidade Magistral – SQM, com várias farmácias de manipulação já participando e o Estudo
para Isenção do ICMS, cujo ofício inicial já foi protocolado na Secretaria da Fazenda e Negócios do Estado de São Paulo.
Mas foi em nossas últimas iniciativas, juntamente com o CRF/SP
e a ANFARMAG, que pudemos ver, de novo, o quanto nós, proprietários de farmácia de manipulação, temos que evoluir e nos conscientizar da relevância de nos envolvermos com as questões que dizem respeito ao nosso setor, participando e apoiando nossas Entidades. Não podemos mais ficar na cômoda -mas perigosa- posição de meros e passivos espectadores. Já demos provas de que, quando queremos, nos unimos e somos participativos, tal como ocorreu na recente Audiência Pública da Assembléia Legislativa, quando o plenário daquela casa foi pequeno demais para acolher tanta gente, e no Abaixo
Assinado de Apoio aos farmacêuticos e às farmacias de manipulação, coordenado pelo SINFARMA, com mais de 7.000 assinaturas, com nome e RG de todos os signatários.
De nada adianta, porém, ou adianta muito pouco, agirmos como age o leão da Metro que dá dois urros e o resto é fita. Nosso setor é ainda muito frágil e pode ficar ainda mais fragilizado, dependendo de para onde soprarem, agora e no futuro, os ventos das decisões dos Órgãos de Vigilância Sanitárias. Estamos em plena discussão da CP1, prevista para se encerrar em setembro próximo, e a ANVISA, por sua vez, já está iniciando a Revisão da RDC 33/2000.
Se desde já não fortalecermos as nossas defesas, corremos o risco de, mais perto do que imaginamos, não termos mais muito o que defender.
Como fazer isso? O primeiro passo é, sem dúvida, cumprir as regras do jogo; o segundo é incorporar, crescentemente, a qualidade como nosso principal insumo operacional; o terceiro é nos unirmos em torno de nossas entidades, contribuindo e prestigiando-as, não só com indispensável recurso material, mas também com idéias viáveis, críticas construtivas e sugestões criativas. Nesse sentido, por iniciativa do CRF/SP e do SINFARMA, apresentamos na última reunião da VISA/SP idéia de criação de uma espécie de CONAR - Conselho de Auto-Regulamentação para o setor magistral.
Claro que há e são muitos os outros passos. Mas esses já seriam um ótimo começo na direção do nosso fortalecimento.
Pense nisso!
Léo de Vincei Russo presidente
P.S.:
1.O SINFARMA, através do seu presidente, participa dos grupos formados na VISA/SP e no CRF/SP que discutem a CP1. Para que você também se
faça ouvir, envie-nos suas sugestões, clicando
aqui.
2.As deliberações desses dois grupos estarão disponíveis em nosso site. Acompanhe-as, clicando aqui.
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